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Mês de prevenção ao suicídio e a relação com os níveis de hormônio da serotonina


Estamos na última semana do mês do Setembro Amarelo, mês mundial de prevenção ao suicídio. Uma doença muito conhecida que ocorre pelo distúrbio do humor, com quadros de ansiedade é a depressão. Tem alta incidência no mundo e se elevou neste período de pandemia.

De acordo com a Associação Médica Americana existem três fatores básicos que podem desencadear a doença, que são: físicos, genéticos e biológicos.

Os fatores biológicos nos quais foco nesta coluna são analisados pela influência de desequilíbrios químicos no organismo do indivíduo, em específico o neurotransmissor da serotonina no sistema límbico (responsável pelo comportamento emocional do sistema nervoso central).

Trago informações sobre a dosagem de serotonina, o hormônio da felicidade, um exame de sangue que avalia se a quantidade deste estão normais ou abaixo da normalidade podendo levar a quadros depressivos.

Esse exame de sangue exige um jejum alimentar obrigatório de 8 horas e uma abstinência com bebida alcoólica, café, chá, chocolate, mate, refrigerante, abacate, abacaxi, ameixa, banana, berinjela, picles, kiwi, manga, nozes, tomate e alimentos aromatizados com baunilha 24 horas que antecedem a coleta, pois o consumo destes podem estimular o sistema nervoso central.

Seu resultado deve ser avaliado por um profissional médico, pois níveis fora da normalidade devem ser causa de depressão, bem como, indicação para tratamento com fármacos ou até mesmo alimentos que aumentem os níveis de serotonina. Os medicamentos antidepressivos geralmente são Inibidores Seletivos de Recaptação da Serotonina (ISRSs) e agem de maneira a equilibrar esses níveis conduzindo a pessoa diagnosticada com depressão, ao alcance do equilíbrio emocional novamente.

Se você, seu amigo, vizinho ou parente esteja com sinais de quadros depressivos procure um profissional médico e um Laboratório de confiança e certificado para a realização de seu exame.

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