A volta às aulas é um período de transição importante para pais, professores e alunos. As expectativas são altas e a ansiedade sempre aparece. Mas, calma, vamos conversar sobre isso?
Os pais muitas vezes se sentem ansiosos sobre o desempenho escolar dos filhos, a segurança e a adaptação a um novo ano letivo. Isso sempre preocupa. É aí que os questionamentos surgem: será que meu filho vai se adaptar, vai render na escola? É normal se sentir assim, mas é importante lembrar que o bem-estar emocional do seu filho é o mais importante.
O psicólogo Daniel Goleman disse um dia que “a inteligência emocional é a capacidade de reconhecer e gerenciar as emoções próprias e dos outros”. Pensando assim, talvez os pais foquem primeiro em garantir o desenvolvimento emocional dos filhos, além do escolar.
Os professores, por sua vez, podem sentir-se pressionados a cumprir o currículo e alcançar metas. Mas, caro mestre, antes de qualquer resultado a ser alcançado, crie um ambiente de aprendizado acolhedor, incentivando a participação dos alunos.
Carl Rogers, psicólogo que desenvolveu a abordagem centrada na pessoa, lembra que “o objetivo da educação é ajudar os alunos a se tornarem pessoas autônomas e responsáveis”. Os professores devem ser mais do que apenas transmissores de conhecimento, mas também facilitadores do crescimento pessoal.
E os alunos? Ah, essa galerinha tá com a ansiedade à flor da pele! É o novo ano letivo, amigos, professores e disciplinas, e junto vem um turbilhão de perguntas: será que vou fazer novos amigos? Vou me adaptar ao estilo dos novos professores? As matérias serão difíceis? “Suave na nave”, é normal se sentir assim, mas lembre-se: a escola é um lugar de aprendizado, e você pode pedir ajuda quando precisar.
Então, o que fazer, pais, professores e alunos? Primeiro, comunicação é a chave. Conversem abertamente sobre suas expectativas e preocupações. Foco no processo de aprendizado e no progresso, que o resultado chega! O começo exige flexibilidade e abertura para as mudanças e ajustes. Acima de tudo, priorizem o bem-estar emocional.
Além disso, é importante lembrar que a educação é um processo contínuo e que os erros são oportunidades para aprender. É sempre bom lembrar que “a educação é um ato de amor, por isso, um ato de coragem” (Paulo Freire).
Então, todos trabalhando juntos para criarem um ambiente escolar de aprendizado positivo, com foco e equilíbrio emocional.
“A educação não é a preparação para a vida; a educação é a vida em si” - John Dewey

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