Sônia Vargas Dagostin sofre com hipertensão intracraniana idiopática e precisa realizar uma punção lombar para dar início ao tratamento
Sem a visão direita e perdendo a esquerda, Sônia Vargas Dagostin, de 45 anos, corre o risco de ficar totalmente cega. Com perda gradativa da visão desde 2009, os médicos suspeitam que ela tenha hipertensão intracraniana idiopática. Para confirmar a doença, Sônia precisa fazer uma punção lombar. O exame custa cerca de R$ 800.
Sem poder trabalhar, a moradora do Balneário Arroio do Silva, também passa parte do tempo em Tubarão, onde o companheiro reside e enfrenta dificuldades.
Com ajuda de amigos, foi lançada uma rifa com sorteio de brindes no valor de R$ 5 o número, para que Sônia consiga fazer o exame e dar continuidade ao tratamento. “Não posso mais trabalhar por causa dos meus problemas e estou recebendo ajuda de amigos para fazer o tratamento”, conta. Quem puder ajudar pode entrar em contato pelo telefone (48) 999925682.
A doença
A hipertensão intracraniana idiopática é caracterizada pelo aumento da pressão dentro do crânio (pressão intracraniana). A hipertensão intracraniana idiopática normalmente começa com uma cefaleia diária ou quase diária que afeta os dois lados da cabeça. Em um primeiro momento, a dor pode ser leve, mas ela varia de intensidade e pode tornar-se grave. A cefaleia pode vir acompanhada de náuseas, visão dupla ou turva e ruídos dentro da cabeça que ocorrem com cada batimento do pulso (denominado zumbido pulsátil).
O aumento da pressão do interior do crânio pode causar o inchaço do nervo óptico na proximidade do globo ocular, um quadro clínico denominado papiledema.
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