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COTIDIANO

Influenciador divulga rostos de adolescentes acusados no caso Orelha em outdoor

Vídeo mostra panfletagem e materiais com imagens dos suspeitos da morte do cão comunitário na Praia Brava, em Florianópolis

Goiás, 31/01/2026 19h19 | Por: Redação Folha Regional
Foto: Redes sociais/Reprodução

Um vídeo publicado pelo influenciador e humorista Cleitin Mil Graus, de Goiás, viralizou nas redes sociais ao exibir um outdoor com os rostos dos adolescentes suspeitos de agredir a pauladas e causar a morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis. 

A ação gerou forte repercussão e reacendeu o debate sobre o caso que comoveu o Brasil.

Outdoor e panfletos

Nas imagens divulgadas, Cleitin Mil Graus aparece mostrando o outdoor instalado em local público e distribuindo panfletos à população, todos com as fotos dos adolescentes envolvidos no caso. O influenciador também exibe outros materiais com as imagens dos jovens, como camisetas, canecas e pôsteres.

O vídeo rapidamente ganhou alcance nacional, impulsionado pela comoção em torno da morte do animal e pela forma irônica adotada pelo influenciador.

“Não pode divulgar”, diz influenciador em tom irônico

Durante a gravação, Cleitin afirma ter recebido uma citação judicial que o impediria de continuar divulgando as imagens dos adolescentes, sob pena de multa de R$ 100 mil. 

Em tom irônico, ele repete diversas vezes que as fotos “não podem ser divulgadas”, enquanto segue mostrando os outdoors e os materiais impressos.

“Essa foto aqui é proibido divulgar. Não pode divulgar, a multa é 100 mil reais”, afirma em um dos trechos do vídeo, enquanto exibe os rostos dos jovens.

Caso Orelha ganhou repercussão nacional

O cão Orelha morreu no dia 15 de janeiro, após ser brutalmente espancado na Praia Brava, em Florianópolis. O animal era considerado um cão comunitário e era cuidado por moradores da região.

Segundo o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, quatro adolescentes são investigados pelos crimes de maus-tratos e coação. Até o momento, os suspeitos não foram apreendidos.

Investigação segue em andamento

A morte do cão Orelha provocou indignação e mobilizações em defesa dos direitos dos animais em Santa Catarina e em outros estados. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que apura as circunstâncias da agressão e eventuais responsabilidades relacionadas aos fatos.

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