Equipe da Assistência Social participou de seminário intersetorial da Amurel em Braço do Norte
Foto: Prefeitura de Treze de Maio/Divulgação A Secretaria de Assistência Social e Habitação de Treze de Maio marcou presença, nesta terça-feira (19), no II Seminário Intersetorial sobre População em Situação de Rua e na I Oficina na Prática Intersetorial.
O evento, que reuniu gestores e técnicos de diferentes municípios, foi realizado no auditório do Sicoob, em Braço do Norte, com foco no desenvolvimento de estratégias integradas para o Litoral Sul e o Vale do Braço do Norte.
A delegação de Treze de Maio foi liderada pela secretária da pasta, Keite Fernandes Borges, acompanhada por servidores técnicos da área habitacional e social. A equipe acompanhou de perto as discussões práticas e as dinâmicas voltadas ao fortalecimento das redes de proteção e assistência.
O objetivo central do encontro, promovido de forma conjunta pela Associação de Municípios da Região de Laguna (Amurel) e pelo Colegiado de Gestores Municipais de Assistência Social (Cogemas), foi dar o pontapé inicial na construção de um protocolo regional.
A meta das entidades é estabelecer uma metodologia unificada, técnica e humanizada que sirva de guia para o atendimento integral a pessoas em situação de rua, unindo esforços das prefeituras para superar os complexos contextos de vulnerabilidade social que afetam as cidades da região.
A grade de atividades do seminário contou com palestras e painéis de especialistas na área pública. Entre os palestrantes, o evento recebeu a diretora estadual de Assistência Social, Mulher e Família, Gabriella Dornelles; o coordenador do Cogemas, Gunnar Nascimento Chaves; e a psicóloga e mestre em Saúde Pública, Ludmilla Mattos, que debateram os gargalos do acolhimento e do reatamento de vínculos familiares.
Além das equipes de assistência social, o fórum unificou profissionais e representantes das áreas de saúde, educação, segurança pública, conselhos de políticas públicas e órgãos do sistema de justiça.
Essa integração de setores é apontada pelos organizadores como o caminho necessário para garantir que o futuro protocolo de atendimento regional tenha eficácia prática, oferecendo desde o atendimento de saúde básico até o encaminhamento para o mercado de trabalho ou retorno ao município de origem.