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COTIDIANO

Vereadores de Laguna rejeitam denúncia que pedia cassação do prefeito Samir Ahmad

Denúncia cita quebra de decoro na nomeação de assessor especial que até então fazia oposição ao atual governo

Laguna, 13/05/2024 22h05 | Atualizada em 14/05/2024 20h43 | Por: Redação Folha Regional
Divulgação/Folha Regional

Com votação apertada, desempatada pelo presidente da Câmara, os vereadores de Laguna rejeitaram nesta segunda-feira, dia 13, denúncia por infração político-administrativa contra o prefeito Samir Ahmad.

Seis vereadores votaram pelo recebimento da denúncia, e outros seis deram voto contrário. A votação foi desempatada pelo presidente do Legislativo, o vereador Hirã Floriano Ramos (PL), que também rejeitou a denúncia.

O documento foi protocolado por Gilberto Pinho e Peterson Oliveira do Nascimento, que desde o ano passado já haviam apresentado outras denúncias contra Samir. 

Na denúncia votada nesta segunda-feira, eles pediam a cassação do mandato do atual prefeito de Laguna por não obedecer a moralidade administrativa, a dignidade e o decoro da função ao nomear André Felipe da Rosa para exercer o cargo em comissão de assessor especial de gabinete para Assuntos Estratégicos de Planejamento e Projetos, com lotação no Gabinete do Prefeito, em novembro do ano passado. 

Hoje, André responde como presidente da Fundação Lagunense de Cultura. Os denunciantes relatam que André é filiado ao MDB e ocupou cargos na gestão passada, de Mauro Candemil, a qual foi derrotada por Samir na última eleição municipal. 

Até então oposição ao atual prefeito, André chegou a ajuizar duas ações contra o município de Laguna e, em novembro, foi um dos autores de denúncia contra Samir e seu vice, Rogério Medeiros, pelas suspeitas de irregularidades na compra de kit de saúde bucal a quase R$ 600 a unidade.

Mas eles alegam que, após sua nomeação no governo, André teria fornecido ao prefeito documentos que ajudaram na propositura da ação judicial que resultou na suspensão da comissão processante que apurava as denúncias. 

O documento rejeitado nesta segunda-feira cita ainda inquérito administrativo aberto pela prefeitura para apurar o paradeiro de cestas básicas que seriam destinadas a famílias em vulnerabilidade. Os denunciantes alegam que, segundo o inquérito, André estaria envolvido no caso, ocorrido em 2020. 

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