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Policiais que contiveram rebelião na Penitenciária Sul recebem moção de reconhecimento

A moção foi aprovada por unanimidade na sessão que contou com a participação de inúmeros policiais penais e de outros servidores da Penitenciária Sul

A Câmara de Vereadores de Araranguá entregou uma moção de reconhecimento para 16 colaboradores da Penitenciária Sul, entre eles, policiais penais e agentes temporários.

Em 14 de maio de 2021 os detentos realizaram uma rebelião no interior do estabelecimento penal. No dia dos fatos os detentos estavam armados e os servidores colocaram suas vidas em risco ao decidirem manter a ordem dentro da Penitenciária, já que a rebelião invadiu as 14 celas da galeria em que aconteceu a revolta.

O autor da proposição, vereador Luiz da Farmácia (PL), evidenciou o trabalho daqueles que trabalharam para o restabelecimento da normalidade dentro da penitenciária. “A unidade contava com 897 internos alocados e que a conduta de todos os servidores envolvidos foi louvável e digna de elogios, porém a atuação em conjunto dos servidores homenageados foi fundamental para conter o momento mais crítico da crise, evitando uma maior fatalidade”, justificou o vereador.

A moção foi aprovada por unanimidade na sessão que contou com a participação de inúmeros policiais penais e de outros servidores da Penitenciária Sul.

Relembre o caso

Na sexta-feira dia 14 de maio de 2021, presos da Penitenciária Sul em Criciúma, no Sul catarinense, se rebelaram e fizeram dois agentes prisionais de reféns.

Às 15h por meio de nota, a Secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa de Santa Catarina informou que os policiais penais que ficaram reféns foram liberados sem ferimentos. Outros dois agentes prisionais foram feridos.
A ocorrência começou por volta das 8h, segundo a polícia. O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar de Florianópolis foi convocado para ir até o local e os reféns foram liberados.

O Serviço Aeromédico (Sarasul) prestou socorro a dois agentes penitenciários que ficaram feridos durante a ação. Um deles sofreu um corte no rosto e outro teve uma lesão na mão.

Os policiais penais Aldo Bueno de Lima Junior, Helio Damian Filho, Jairo Martins Barth, Marcio de Moraes Turarri, Pablo Gabriel Lopes Lucressi, Rafael Tomaz dos Santos, Marinho Ramires Mendes, Juliano da Cunha Oliveira, Mayara Aparecida Manoel Rodrigues, Patrick Pagnan Tonetto, Ramon de Oliveira, Danilo Machado Carvalho e os agentes penitenciários temporários José Benassi Filho, Paulo Luciano Machado da Cruz, Gilson de Souza Miguel e Anderson José da Silva Maria, fizeram o embate inicial com os internos amotinados, sendo que os servidores citados acima, agiram bravamente em serviço, contendo uma fatalidade ainda maior, uma vez que a intenção dos internos, conforme se verificou nos vídeos de monitoramento, era ainda atacar outros presos da facção rival (PCC), alocados em outra cela da mesma galeria e também pretendiam soltar os demais internos da galeria, que contava com 118 internos naquela ocasião, fatos que somente não ocorreram em vista do pronto atendimento dos policiais penais e agentes temporários, os quais no desempenho de suas atribuições, visando a preservação da vida de terceiros (tantos dos internos, dos colegas reféns e outros servidores em atividade naquele dia), colocaram em risco de forma incomum as suas próprias vidas, demonstrando claramente audácia e coragem no combate da situação naquele dia apresentada.

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