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COTIDIANO

Ministro de Minas e Energia diz que preços de combustíveis estão “no limite” para reajuste pela Petrobras

Sobre os preços praticados pela estatal, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, relatou que não procedem rumores de que iria aumentar os preços dos combustíveis ao longo da semana

04/08/2023 14h39 | Por: Redação Folha Regional

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse nesta sexta-feira, dia 4, que os preços dos combustíveis praticados internamente estão “no limite” e que, se houver oscilação para cima da cotação do petróleo, repasses serão feitos pela Petrobras.

Sobre os preços praticados pela estatal, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, relatou ao Broadcast na última terça-feira, dia 1º, que não procedem rumores de que iria aumentar os preços dos combustíveis ao longo da semana.

Prates disse que teria voltado atrás a pedido do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com quem esteve reunido na manhã de 1º de agosto, ao lado de todos os diretores da empresa e outras autoridades.

Dividendos

Após alteração da política de repasses no dia 28 de julho, a Petrobras anunciou nesta sexta que irá efetuar o pagamento de R$ 14,9 bilhões em dividendos como antecipação da remuneração aos acionistas relativa ao exercício de 2023.

O valor é equivalente a R$ 1,149304 por ação ordinária e preferencial, que será pago em duas parcelas, conforme afirmou a companhia em nota enviada ao mercado.

A primeira parcela, no valor de R$ 0,574652 por papel, será paga em 21 de novembro de 2023. Enquanto a segunda parcela, no valor de R$ 0,574652 por ação, vai ser depositada em 15 de dezembro de 2023.

O anúncio foi declarado com base no balanço do segundo trimestre deste ano, entre abril e junho.

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Recuo nos lucros

O lucro líquido da Petrobras recuou 47% no segundo trimestre ante o mesmo período do ano passado, para R$ 28,8 bilhões, em meio a uma queda dos preços do petróleo no mercado internacional, informou a companhia nesta quinta-feira, dia 3.

Em nota, a estatal destacou que “o resultado é explicado principalmente pela desvalorização do preço do petróleo, pela queda de mais de 40% na diferença entre o preço do petróleo e os preços internacionais do diesel (crackspreads), e maiores despesas operacionais”.

Segundo a Petrobras, estes efeitos foram parcialmente compensados por maiores ganhos de capital com venda de ativos e menores despesas financeiras, “fruto dos ganhos com variação cambial devido à apreciação do real frente ao dólar, entre outros fatores”, disse a companhia.

Em entrevista à GloboNews, Alexandre Silveira ressaltou que não haverá nenhuma irresponsabilidade do governo com a política de preços da Petrobras, que abandonou neste ano a prática de preço de paridade de importação (PPI).

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