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COTIDIANO

Polícia busca motivação de tentativa de atentado contra Trump durante jantar

Presidente americano saiu ileso de ataque promovido por suspeito, que foi preso

26/04/2026 12h49 | Atualizada em 26/04/2026 13h01 | Por: Redação Folha Regional | Fonte: G1
Divulgação/Folha Regional

Preso após o tiroteio nas proximidades do jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, Cole Tomas Allen, de 31 anos, é professor particular e desenvolvedor de jogos da Califórnia.

Ele foi detido no sábado (25), após o episódio que levou o presidente Donald Trump a ser retirado do evento por agentes de segurança. Registros públicos e perfis profissionais indicam que Allen tem formação em tecnologia.

Ele concluiu mestrado em ciência da computação pela California State University, Dominguez Hills e se formou em engenharia mecânica pelo California Institute of Technology, em 2017. Um professor da universidade onde ele estudou descreveu o ex-aluno como dedicado e participativo.

Em relato à Associated Press, afirmou que Allen costumava se sentar nas primeiras fileiras, acompanhava as aulas com atenção e enviava dúvidas com frequência. “Ele era um aluno excelente”, escreveu. O docente também disse ter ficado surpreso com a notícia.

Trump escapou ileso

O tiroteio ocorreu na noite de sábado (25), nas proximidades do jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, realizado em Washington. O evento reuniu autoridades, jornalistas e o presidente Donald Trump.

Segundo autoridades, o homem abriu fogo perto do local, atingindo agentes de segurança. Trump e a primeira-dama, Melania Trump, foram retirados às pressas por agentes do Serviço Secreto.

O suspeito foi detido no local. Ele estava armado com uma espingarda, uma pistola e facas, de acordo com informações divulgadas por autoridades.
Como funcionava a segurança no evento

O jantar é considerado um dos eventos mais sensíveis do calendário político dos Estados Unidos e opera com esquema reforçado de segurança. O acesso ao local é restrito, com checagem de credenciais e passagem por detectores de metal.

Dentro do salão, o presidente permanece em uma área isolada, protegida por agentes e equipes de resposta rápida. O sistema é organizado em camadas, com níveis crescentes de proteção à medida que se aproxima do chefe de Estado. Autoridades afirmaram que o esquema funcionou ao impedir que o suspeito chegasse até o presidente.

 

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