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COTIDIANO

Serra Dona Francisca é liberada após acidente com vazamento de ácido sulfônico em Joinville

Trânsito segue no sistema pare e siga nesta terça-feira

30/01/2024 10h36 | Atualizada em 30/01/2024 10h52 | Por: Redação Folha Regional

Após permanecer cerca de 24 horas interditado, o trânsito da Serra Dona Francisca foi parcialmente liberado nesta terça-feira, dia 30. O trecho do quilômetro 14 da SC-418 permaneceu bloqueado desde a manhã de segunda-feira, dia 29, quando ocorreu o acidente com derramamento de ácido sulfônico em Joinville.

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Conforme a PMRv (Polícia Militar Rodoviária), após ser realizada uma análise da situação da pista e a remoção das 122 bombonas do produto químico, a rodovia foi liberada para trânsito a partir do sistema “Siga e Pare”.

Após o acidente, diversos motoristas flagraram a pista da Serra Dona Francisca coberta por ácido sulfônico, o químico que foi derramado na região. Além da pista, o produto também invadiu o rio Seco e chegou ao rio Cubatão.

Peixes morrem em rio atingido por produto químico após acidente na Serra Dona Francisca

O rio Seco, que fica na região do Quiriri, começou a apresentar peixes mortos já no início da tarde de segunda-feira, dia 29. Uma grande quantidade de espuma começou a aparecer no rio, por conta do ácido sulfônico derramado na região e a vida marinha presente no local acabou sendo afetada.

Segundo a doutora em Engenharia Química e professora da Univille Millena da Silva Montagnoli, este químico é corrosivo para os metais, tem toxicidade aguda oral, térmica, causa corrosão ou irritação à pele, lesões oculares graves ou irritação ocular e tem toxicidade aguda se for inalado.

“Como ele caiu na água, ele tem uma toxicidade para algas verdes, para Brachydanio rerio, que é um peixinho, e para Daphnia magna, que é um microcrustráceo. Então, todos esses fazem parte da base da cadeia alimentar dos organismos aquáticos. Então, se eles são afetados por essa substância, consequentemente eles vão morrer e os outros animais também aquáticos acabam sendo afetados”, relata a professora.

Desde a manhã desta segunda-feira uma empresa terceirizada trabalha para a contenção e remoção do produto químico dos rios da região. 

As informações são do ND Mais

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