Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, teria sido dopada e morta no dia 4
Foto: Divulgação Familiares da corretora gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, confirmaram nesta sexta-feira (13) que o corpo encontrado esquartejado em Major Gercino, na última quarta-feira (11), é da ex-moradora de Canoas, que estava desaparecida em Florianópolis.
Luciani teria sido dopada e morta no dia 4 de março, data em que foi vista pela última vez. Após o crime, o corpo teria sido esquartejado e colocado dentro de uma geladeira, onde teria permanecido até sábado passado (7).
Posteriormente, os restos mortais teriam sido divididos em cinco sacos de lixo e descartados às margens de um rio em Major Gercino. O cadáver encontrado estava sem cabeça, braços e pés, e até o momento não há confirmação de que outras partes tenham sido localizadas.
A investigação ganhou novos rumos nesta quinta-feira (12), quando o carro da vítima foi visto circulando em São Joã Batista, cidade catarinense localizada a cerca de 25 quilômetros de onde o corpo foi encontrado. Familiares realizaram um exame de DNA para comparação com o material genético do cadáver, o que ajudou a confirmar a identidade da vítima.
Os detalhes repassados pela família de Luciani dão conta de que, até o momento, cinco pessoas são suspeitas de participação no crime: um homem; a namorada dele;
um adolescente de 14 anos, irmão do homem; a mãe do homem e do adolescente; a proprietária da pousada onde foram encontrados alguns pertences da vítima na quinta-feira.
Luciani foi vista pela última vez em 4 de março e o último contato com a família foi feito na segunda-feira (9). O irmão desconfiou que quem estava mandando as mensagens não era a gaúcha, devido a erros gramaticais que Luciani não costumava cometer, e abriu um boletim de ocorrência no mesmo dia.