Criminosos utilizam técnicas para induzir vítimas a realizar transferências, compartilhar dados pessoais ou fornecer informações bancárias
Foto ilustrativa/Folha Regional São cada vez mais comuns os casos de golpistas que recorrem à internet para cometer crimes, utilizando várias técnicas para atrair as vítimas.
Esses criminosos exploram fragilidades dos usuários, procuram enganar e persuadir suas vítimas a fornecerem informações sensíveis ou a realizarem alguma ação que possa comprometer a segurança deles e de toda uma organização.
A Polícia Militar divulgou um alerta sobre esses golpes por meio de um vídeo de orientação. Afinal, as fraudes praticadas por telefone, aplicativos de mensagens e redes sociais estão cada vez mais sofisticadas.
Criminosos utilizam técnicas para induzir vítimas a realizar transferências, compartilhar dados pessoais ou fornecer informações bancárias.
“Desconfie de contatos que solicitem dinheiro com urgência. Nunca forneça senhas, códigos de verificação ou dados bancários por telefone. Confirme informações diretamente com a instituição ou pessoa envolvida, utilizando canais oficiais”, orientam os policiais.
- Desconfie se o valor do produto está muito abaixo do de outros fornecedores confiáveis;
- Pesquise na internet sobre o site antes de efetuar a compra para ver a opinião de outros clientes;
- Acesse sites especializados para verificar se há reclamações referentes à empresa;
- Fique atento a propagandas recebidas por spam ou redes sociais;
- Utilize sistemas confiáveis de pagamentos para impedir que seus dados pessoais e financeiros sejam enviados ao golpista;
- Em caso de venda, confirme que recebeu o pagamento diretamente na sua conta bancária ou pelo site do sistema de pagamentos (não confie apenas em e-mails ou comprovantes de depósito, pois podem ser falsos);
- Acesse todos os sites, tanto de pagamentos quando de vendas, diretamente do navegador, e não por links recebidos em mensagens;
- Mesmo que o vendedor lhe envie o código de rastreamento fornecido pelos Correios, saiba que isso não basta para comprovar o envio e liberar o pagamento.