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COLUNISTAS

Centrão golpeia Lula

05/05/2026 22h12 | Atualizada em 05/05/2026 22h12 | Por: Anderson Botega

Mesmo ocupando diversos ministérios desde janeiro de 2023, o Centrão, comandado por Kassab, Ciro Nogueira, Rueda e Alcolumbre, uniu-se à oposição comandada por Valdemar Costa Neto e juntos sepultaram de uma só vez a indicação de Jorge Messias ao STF e derrubaram o veto ao projeto que altera a dosimetria das penas para crimes como os de 8 de janeiro de 2023. Essa foi a maior derrota de Lula no Congresso nacional em seus três mandatos como presidente da República. 

Efeitos na eleição 

Os efeitos das duas votações no Congresso na semana passada serão medidos nas próximas pesquisas, mas, ao que parece, para o eleitor não há impacto, ou seja, o povo continua longe do que acontece em Brasília. Mesmo com evidências de que houve grande acordo para derrubar o veto da dosimetria e barrar o nome de Messias em troca de sepultar qualquer tentativa de CPI do Banco Master, o brasileiro está mais preocupado com o poder de compra da renda familiar do que com os acordos de Brasília. Por isso, a pesquisa divulgada na última segunda-feira pelo instituto Real Time mantém o mesmo cenário anterior à derrota de Lula no Congresso.   

Churrasco da paz   

O governador Jorginho Mello recebeu as bancadas estadual e federal do PL, além do senador Seif e do pré-candidato Carlos Bolsonaro, num churrasco na Casa d’Agronômica na noite da última segunda-feira, no qual o prato principal foi a celebração da paz entre Ana Campagnolo e Carlos Bolsonaro e ajustes para o encontro do próximo sábado em Florianópolis, o qual receberá o agora pré-candidato a presidente Flavio Bolsonaro. Jorginho estimulou o time falando que o PL fará 15 deputados estaduais, sete federais e dois senadores. 

João Rodrigues e Chiodini com Caiado

No último final de semana estiveram em São Paulo, na casa do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, lideranças de Santa Catarina capitaneadas pelo pré-candidato João Rodrigues. Acompanharam o ex-prefeito de Chapecó o deputado estadual Napoleão Bernardes, o presidente estadual do PSD, Eron Giordani, o ex-governador Raimundo Colombo e o presidente estadual do MDB e provável vice de João, deputado federal Carlos Chiodini. No cardápio, foto e vídeo com o presidenciável Ronaldo Caiado e declaração de palanque em Santa Catarina ao ex-governador de Goiás.

Jorginho Mello fortalecido

28/04/2026 22h21 | Atualizada em 28/04/2026 22h21 | Por: Anderson Botega

Recepcionado pelos deputados Jerry Comper, Emerson Stein, Fernando Krelling, Antídio Lunelli e Valdir Cobalchini em encontro no Hotel Majestic na noite da última segunda-feira na capital, o governador Jorginho Mello recebeu o apoio de 54 prefeitos e 20 vice-prefeitos do MDB. A presença de Lunelli e da senadora Ivete da Silveira fortaleceu o discurso do governador de que o MDB estará em seu projeto de reeleição. 

A nota de Chiodini

Na manhã desta terça-feira, após a circulação de vídeos e de discursos no encontro do Majestic, em que MDBistas enalteceram Jorginho Mello como o melhor governador que Santa Catarina já teve, o presidente estadual do MDB e deputado federal, Carlos Chiodini, emitiu uma nota com duras críticas aos dissidentes, falando que o movimento apequena o MDB, e prometeu pulso firme na condução da aliança com João Rodrigues.   

Racha na bancada

O tradicional almoço da bancada do MDB na Alesc, sempre realizado no gabinete do vice-presidente da casa, deputado Fernando Krelling, teve a ausência dos colegas de bancada Mauro de Nadal, Volnei Weber e Tiago Zilli, que almoçaram no restaurante da Alesc em protesto aos companheiros que participaram do evento pró-Jorginho. 

Enfraquecido

Após ficar fora do segundo turno nas eleições de 2018, em um pleito que teve Mauro Mariani como candidato ao governo, e fora do segundo turno em 2022, na eleição em que Udo Döhler foi vice de Carlos Moisés, o MDB, que já foi por anos o maior partido de Santa Catarina, corre o risco de, dividido e sem norte, sair ainda menor da eleição de outubro deste ano.

Lula e Flávio Bolsonaro: disputa pelo Planalto indefinida

21/04/2026 22h19 | Atualizada em 23/04/2026 08h55 | Por: Anderson Botega

A pouco mais de cinco meses para a décima eleição presidencial pós-redemocratização, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem empatados dentro da margem de erro em todas as pesquisas realizadas no mês de abril. A rejeição de ambos também é a mais alta em relação a todos os demais presidenciáveis. Lula aposta na experiência da sétima eleição que irá disputar para o Planalto, mas tem o desafio de reverter o sentimento do eleitor que ainda não conseguiu a tão sonhada picanha com cerveja. Já Flávio se apresenta como novidade, mas tem o desafio de se desgrudar das atitudes que desgastaram a reeleição do pai em 2022. A continuar assim, será mais uma eleição orelha a orelha, e o resultado poderá ser decidido no detalhe ou no erro do adversário. 

Tentativa de reconciliação 

Depois de publicar em sua página no X uma acusação à deputada estadual Ana Campagnolo de liderar um grupo que pretende matar politicamente Jair Bolsonaro em Santa Catarina, o ex-vereador e pré-candidato ao Senado Carlos Bolsonaro recuou e, em um discurso na festa de Daniel Freitas, que reuniu a cúpula do PL em Governador Celso Ramos no último sábado, se dirigiu à deputada tecendo elogios e pedindo uma salva de palmas a ela. Há quem diga que os números das últimas pesquisas ao Senado fizeram Carluxo mudar a rota e o rumo da campanha, sob o perigo de ficar na poeira de Carol de Toni e Amin.   

Moisés na eleição

O ex-governador Carlos Moisés é mais um nome da Federação União Progressista na disputa à Câmara dos Deputados. Moisés, que tem domicílio eleitoral em Tubarão, é mais um pré-candidato da Amurel que mira uma cadeira em Brasília. Se o eleitor se lembrar das obras realizadas pelo Pix do Moisés, ou pelo saudoso Plano Mil, o comandante pode surpreender mais uma vez. 

Joma fortalecido

Com a desistência da candidatura a federal no último sábado, o vereador do MDB de Criciúma Marcos Machado abriu caminho para o sobrinho do ex-governador Eduardo Moreira carimbar o passaporte rumo à Câmara dos Deputados. Sozinho pelo MDB em todo o sul de Santa Catarina, João Marcelo Fretta Zappelini tem a missão de ocupar a cadeira em Brasília que já foi ocupada pelo tio Eduardo Moreira, por Walmor de Luca, Ronaldo Benedet, Edinho Bez e recentemente por Luiz Fernando Vampiro - todos eles MDBistas que muito bem representaram o sul catarinense em Brasília.

Crise em Brasília

14/04/2026 21h58 | Atualizada em 14/04/2026 21h58 | Por: Anderson Botega

Após o relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira, concluir o relatório final da comissão e indiciar os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, por favorecimento e envolvimento com o Banco Master, a bancada governista e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ajustaram uma manobra para substituir três titulares da CPI e reprovar o relatório final na sua versão original. Mais uma crise em Brasília, envolvendo Legislativo, Executivo e Judiciário. 

Troca de comando na Celesc 

Depois da pressão dos funcionários da Celesc e do sindicato dos eletricitários de Santa Catarina, e também de fortes manifestações do deputado Ivan Naatz (PL), o governador Jorginho Mello interveio e exonerou o agora ex-presidente da Celesc Tarcísio Rosa. Jorginho nomeou para seu lugar Edson Moritz, que presidia a Casan desde o início de sua gestão, em 2023. Para substituir Moritz na Casan, Jorginho indicou o funcionário de carreira da estatal Pedro Joel Horstmann. Moritz tem a missão de reavaliar a relação da Celesc com a comunidade e com lideranças políticas do interior do Estado.   

4 ex-governadores na eleição     

Com a confirmação da candidatura à reeleição do atual senador e ex-governador Esperidião Amin, Carlos Moisés, Raimundo Colombo e Eduardo Moreira podem concorrer a uma cadeira na Câmara dos Deputados - fato inédito em todas as eleições de Santa Catarina. 

Centro-esquerda com Merisio

Confirmadas as informações de bastidores, o ex-deputado Gelson Merisio, que foi candidato a governador em 2028 e derrotado no segundo turno por Carlos Moisés, será o candidato a governador do Estado pelo PSB, tendo a ex-deputada Ângela Albino, agora no PDT, como vice e Décio Lima (PT) e Afrânio Boppré (PSOL) como candidatos ao Senado.

Crise no Novo de Jaguaruna 

A candidatura do vereador Cesar Damiani (Novo) à Alesc, somada à sua postura independente na Câmara de Vereadores, votando em alguns momentos contra projetos do Executivo municipal, vem causando uma série de desfiliações no partido Novo da Cidade das Praias de pessoas que têm ligação direta com o prefeito Laerte e o vice Henrique. A lua de mel entre o ex-dono da Alvorada e o paço municipal parece que acabou faz tempo.

Caiado ataca

07/04/2026 22h27 | Atualizada em 07/04/2026 22h28 | Por: Anderson Botega

Em sua primeira entrevista como o pré-candidato oficial do PSD à sucessão presidencial o ex-governador de Goiás abriu a metralhadora contra Flavio Bolsonaro e Lula. Acusou Lula de agir como se fosse líder de oposição do seu próprio governo, referindo-se à não intervenção na Petrobras em face do preço dos combustíveis, e Flavio Bolsonaro por não respeitar a democracia e o resultado das urnas. Ao que tudo indica a campanha agora começa para valer. 

João Rodrigues contra-ataca 

Após entrevista do governador Jorginho Mello, que afirmou que as obras do autódromo de Chapecó, Hospital Regional do Oeste e elevado foram obras do seu governo na cidade, o agora ex-prefeito e pré-candidato do PSD João Rodrigues contra-atacou o governador, dizendo que o hospital sempre foi estadual e que a obra do elevado é do ex-governador Carlos Moisés, agora aliado de João Rodrigues.   

Principais nomes da Amurel     

Fechada a janela partidária e o prazo de desincompatibilização, está praticamente concluída a nominata dos principais pré-candidatos a deputado da Amurel. Pepê Collaço, Jorge Koch, Leatrice Bez de Oliveira, Beto Kuerten Marcelino, Guilherme Penacho, Matheus Madeira, Cesar Damiani e Ulisses Gabriel são os nomes confirmados para disputar a Alesc. Para a Câmara Federal, João Marcelo Fretta Zappelini, Julio Garcia e Maristela Francisco são os prováveis nomes na região de Laguna e Tubarão. 

Laerte fora

Depois de quase confirmar sua renúncia para disputar uma vaga na Alesc pelo Podemos, o prefeito de Jaguaruna desistiu e confirmou que irá finalizar o mandato. Laerte Silva queria a garantia do governador Jorginho Mello de R$ 50 milhões para obras em Jaguaruna, o que, além de impulsionar sua campanha, turbinaria o projeto de eleição do seu provável candidato em 2028, o vice-prefeito Henrique Fontana. Sem a garantia dos recursos e com a intervenção de aliados mais próximos, que trabalharam no convencimento da desistência, o alcaide jaguarunense ganhou espaço na mídia, mas não se encorajou.

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