A Polícia Civil investiga o caso que pode ser enquadrado como fraude processual e registro não autorizado da intimidade sexual
A Polícia Civil de Laguna, por intermédio de suas Delegacias Especializadas– DPCAMI e DIC, instauraram um inquérito para apurar delitos de registro não autorizado da intimidade sexual e fraude processual.
Um porteiro de um condomínio da cidade está sendo investigado. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido e um aparelho celular foi apreendido.
De acordo com as investigações, no mês de abril, o porteiro de um conhecido condomínio da cidade teria, pelo menos em tese, saído da guarita – durante o específico horário do seu turno, e passado a filmar uma mulher em um dos apartamentos, que se encontrava justamente tomando banho nesse exato momento.
Ao perceber a ação, a mulher teria gritado e o autor fugiu, retornando ao seu local de trabalho.
Conforme a Polícia Civil, para evitar qualquer responsabilização criminal, e visando apagar vestígios de sua conduta, o autor também teria, em tese, passado a molhar o aparelho DVR - que se situava justamente na guarita deste condomínio, no intuito de apagar eventuais imagens existentes e impedir a sua responsabilização.
As penas dos crimes apontados variam de 6 meses a 4 anos (fraude processual) e 6 meses a 1 ano (registro não autorizado da intimidade sexual). As investigações serão encerradas no prazo de 10 dias.