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COLUNISTAS

Cuidado com a ambição, ela pode cegar

02/12/2025 22h28 | Atualizada em 02/12/2025 22h28 | Por: Luciane Tokarski

Em qualquer conversa sobre investimentos, há um elemento que, silenciosamente, dirige muitas das nossas decisões: a ambição. Ela está lá, no desejo de melhorar de vida, alcançar estabilidade, conquistar liberdade financeira ou transformar oportunidades em resultados concretos. A ambição impulsiona os resultados. Sem ela, permaneceríamos presos ao conforto paralisante da rotina, à zona segura que não inspira novos horizontes.

No universo financeiro, essa força se manifesta de forma ainda mais evidente. É a ambição que faz alguém começar a investir, estudar o mercado, buscar orientação, correr riscos calculados e sair da inércia. Ela empurra para frente, motiva a disciplina, fortalece a coragem de diversificar, empreender, testar novas estratégias e olhar para o longo prazo. Em certo nível, é impossível construir patrimônio sem algum grau de ambição. Ela é necessária, saudável e estratégica.

No entanto, o mesmo combustível capaz de mover também pode incendiar. Ambição sem limites, quando se transforma em cegueira, é uma das principais causas de prejuízos financeiros, de pequenos investidores a grandes corporações. O mercado está repleto de histórias de quem ignorou sinais de alerta, deixou-se levar por promessas de lucros fáceis, acreditou que “daquela vez” a sorte estava garantida ou permitiu que a pressa falasse mais alto do que a prudência. A ambição exagerada distorce percepções, cria ilusões de controle e abre espaço para decisões impulsivas.

O perigo não está na ambição em si, mas no desequilíbrio. Quando ela ultrapassa o limite do racional, substitui a análise por expectativa, o planejamento por ansiedade e o conhecimento por euforia. A linha entre ousadia e imprudência é fina, e no mercado financeiro, ignorá-la  tem custo alto.

Por outro lado, rejeitar a ambição também não é a resposta. Investir exige movimento, exige vontade de construir algo além do hoje. Ambição disciplinada é saudável; ambição sem estratégia é arriscada. É esse ponto de equilíbrio que diferencia progresso de perda, visão de impulso, crescimento de queda.

Investidores maduros entendem que ambição deve vir acompanhada de três ferramentas essenciais: informação, paciência e autocrítica. Informação para enxergar o todo, paciência para respeitar o tempo do mercado e autocrítica para reconhecer limites  e, muitas vezes, quando necessário, recuar.

A ambição não deve ser eliminada, mas guiada. Porque, no mundo dos investimentos, não é a ambição que define o resultado,  mas o que fazemos com ela. E você, ao olhar suas escolhas, percebe que a ambição tem sido saudável ou perigosa? Que cada passo seja dado com coerência e sabedoria. 

Investimentos: Quando o retorno precisa conversar com os nossos valores

25/11/2025 20h21 | Atualizada em 25/11/2025 20h21 | Por: Luciane Tokarski

No universo dos investimentos, muito se fala sobre rentabilidade, riscos, tendências e oportunidades. Todos buscamos aplicações que tragam segurança e bons retornos, capazes de fortalecer nosso patrimônio e garantir tranquilidade no futuro. No entanto, em meio a tantas opções no mercado, surge uma reflexão que ultrapassa números e projeções: até que ponto todo investimento que aparenta ser lucrativo realmente nos convém?

O velho ensinamento — “todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm” — ganha força quando aplicado ao cenário financeiro atual. Afinal, vivemos em uma era em que as possibilidades de investimento são amplas e variadas: do mercado tradicional aos ativos digitais, de negócios emergentes a fundos altamente rentáveis em curto prazo. A lista é extensa, mas nem sempre alinhada ao que consideramos correto, coerente ou ético dentro de nossa trajetória pessoal.

Cada vez mais, investidores têm percebido que a decisão de aplicar recursos não se resume ao lucro potencial, mas também ao impacto que esse dinheiro gera ao longo do caminho. Há negócios lucrativos, mas que não dialogam com nossos princípios. Há oportunidades tentadoras, mas que carregam consigo práticas que não nos representam. E existe também o risco de conquistar retorno financeiro e, ao mesmo tempo, comprometer a própria paz interior — aquela sensação íntima de que algo simplesmente não combina com quem somos.

Por isso, cresce a relevância dos chamados investimentos conscientes — escolhas que levam em conta não apenas o resultado financeiro, mas a coerência entre ganhos e valores. Trata-se de compreender que rentabilidade é importante, mas propósito é fundamental. E que, no longo prazo, o melhor retorno é aquele que soma prosperidade e integridade.

Optar por caminhos alinhados aos nossos princípios significa, muitas vezes, abrir mão do lucro mais fácil para construir algo mais sólido: uma jornada financeira coerente, limpa e tranquila. Significa reconhecer que sucesso não está apenas em ganhar mais, mas em ganhar bem — de um jeito que faça sentido, que nos orgulhe e que fortaleça nossa identidade.

No fim das contas, investir é também um exercício de caráter. É escolher onde depositamos não apenas nosso dinheiro, mas nossa confiança e nossos valores. Porque bons retornos são ótimos; mas melhores ainda são aqueles que nos permitem crescer sem abrir mão de quem somos.

Economizar: a inteligência de cuidar do hoje para conquistar o amanhã

18/11/2025 23h43 | Atualizada em 18/11/2025 23h43 | Por: Luciane Tokarski

Economizar é um dos pilares fundamentais para qualquer conquista duradoura. Todos sabemos disso, mas muitas vezes não percebemos que a falta de controle financeiro não apenas afeta nossas contas, ela afeta diretamente nossa tranquilidade, nossa produtividade e até nossa autoestima. Quando as dívidas se acumulam, a sensação de peso aumenta, a esperança diminui e a autoconfiança se fragiliza. Profissionalmente, torna-se difícil fluir, criar, produzir e crescer quando a cabeça está cheia de preocupações sobre boletos.

A verdade é que acumular dívidas é um hábito — ruim, mas um hábito. Assim como qualquer hábito, pode ser alimentado ou transformado. Hoje existe uma estatística crescente mostrando que uma grande parte dos casais inicia a vida a dois já endividada, muitas vezes por exageros nas celebrações e expectativas. Com novas responsabilidades e rotina, as dívidas aumentam e, infelizmente, o peso financeiro começa a desgastar até o relacionamento. 

Por isso, cada um de nós precisa assumir um compromisso pessoal: ter como meta não dever a ninguém.

Mais do que uma meta, isso deve ser visto como um presente para si mesmo — um gesto de cuidado, de maturidade e de proteção para si e para a sua família.

Economizar não é um ato isolado, é uma série de pequenas decisões repetidas ao longo do tempo. 

Uma maneira simples de começar é fazer uma lista de todos os seus gastos e separar o que é essencial do que é supérfluo.

Muitas vezes, é no supérfluo que mora a maior fuga de dinheiro. E não são os grandes luxos — são os pequenos gastos diários que, somados, viram um rombo.

Veja alguns exemplos práticos:

• Diminuir pedidos por aplicativo e cozinhar mais em casa.

• Pesquisar antes de comprar, comparando preços.

• Evitar compras por impulso — espere 24 horas antes de decidir.

• Organizar um valor fixo mensal para investimento, como se fosse uma “conta obrigatória”.

Essas atitudes, por menores que pareçam, criam disciplina e constroem um novo padrão de comportamento. 

Quando você economiza, organiza e direciona seus recursos com sabedoria, nasce um novo tipo de liberdade: a de escolher seus próprios caminhos, decidir com mais tranquilidade.

É sobre plantar hoje para colher mais e melhor amanhã.

Confiar na voz interior

11/11/2025 20h49 | Atualizada em 11/11/2025 20h49 | Por: Luciane Tokarski

No universo dos investimentos — e da vida — existem números, análises e previsões que tentam apontar o caminho mais seguro. 

Mas há uma orientação que nenhuma planilha é capaz de registrar: a voz interior. Aquela intuição serena, firme e silenciosa que surge quando estamos em paz, depois de fazermos o que está ao nosso alcance. Muitos chamam de instinto, mas quem conhece a presença de Deus reconhece: é a voz d’Ele.

Investir exige coragem e discernimento. É natural sentir medo diante do incerto,  afinal, o medo  é algo que  tenta nos proteger. Porém, é justamente ao superar esse medo que crescemos. Confiar em si mesmo não é agir impulsivamente; é ter a convicção de que Deus habita em nós e nos inspira a fazer o melhor, quando entregamos nossas decisões à sabedoria d’Ele.

A autoconfiança nasce quando unimos conhecimento e fé. Primeiro, analisamos o mercado, estudamos cenários, avaliamos riscos. Depois, no silêncio da mente e do coração, ouvimos a voz que nos mostra o que realmente faz sentido. E, quanto mais aprendemos a reconhecer essa presença divina em nós, mais nítido se torna o caminho. É como se a lógica e o espírito caminhassem lado a lado.  Conhecemos as possibilidades, e Deus confirma a direção.

Cuidar da mente também é muito necessário. Uma mente saudável escuta melhor. Dormir bem, cultivar pausas, manter bons hábitos, ler, orar e buscar momentos de silêncio são formas de afinar a sensibilidade interior. 

Cada pessoa encontra o seu próprio modo de ouvir a Deus. É essencial manter a conexão viva, porque dela vem a sabedoria que o mundo não ensina.

Quando de fato procuramos conhecer Deus e investimos neste relacionamento, vamos nos tornando pessoas diferentes e, claro, com mais coragem. As decisões se tornam mais claras, o propósito mais firme. 

Investir — seja em um projeto, um imóvel ou um novo sonho — deixa de ser um salto no escuro e se transforma em um passo de fé.

No fim, o maior investimento é esse: confiar na voz que fala dentro de nós. Porque, quando reconhecemos que essa voz é a de Deus, toda escolha se alinha ao que realmente importa. E é aí que os melhores resultados acontecem — quando a razão se prepara, o coração confia e a alma obedece.

Agora, é claro que existem outras vozes que procuram nos distrair, atrasar e até nos tirar do que é mais importante. 

A Sabedoria ensina a discernir - e este será assunto para um próximo encontro.

Morar bem não é mais um luxo, é prioridade

04/11/2025 22h46 | Atualizada em 04/11/2025 22h46 | Por: Luciane Tokarski

O conceito de “morar bem” vem mudando ao longo do tempo. E hoje, vai além da simples necessidade de ter um teto sobre a cabeça. As pessoas buscam por espaços que ofereçam conforto, privacidade, segurança e, acima de tudo, qualidade de vida. As pessoas procuram lugares onde tenham acesso a espaços que promovam o bem-estar físico e mental. É ter a possibilidade de desfrutar de áreas de lazer, como piscinas, academias, salões de festas e espaços para caminhadas, sem precisar sair do condomínio. É ter a tranquilidade de saber que você e sua família estão seguros, em um ambiente planejado para oferecer conforto e privacidade.

Benefícios

Os benefícios de morar em um condomínio com infraestrutura completa são diversos: 

- Qualidade de vida: acesso a espaços de lazer e áreas verdes que promovem a saúde física e mental.

- Segurança: condomínios fechados com segurança 24 horas por dia, garantindo a tranquilidade de seus moradores.

- Privacidade: espaços projetados para oferecer privacidade e individualidade.

- Conveniência: acesso a serviços e comodidades dentro do próprio condomínio, sem necessidade de sair.

- Valorização do imóvel: condomínios com infraestrutura completa tendem a valorizar mais ao longo do tempo.

Isso tem se tornado um desafio, pois encontrar espaços amplos e ainda com preços atrativos que caibam no orçamento, tem feito os empreendedores ampliarem as parcerias, tanto de créditos para os clientes, quanto custo para tudo isso.   

A busca por moradias que ofereçam qualidade de vida e infraestrutura completa não é uma tendência apenas local. Em todo o mundo, as pessoas estão procurando por espaços que lhes permitam viver bem, com conforto, segurança e privacidade e vale informar que as condições de negócio estão cada dia mais atraentes.

Luciane Tokarski

Investimento e desenvolvimento

Com atuação na área de investimentos há quase 20 anos, compartilha dicas e informações essenciais, com insights valiosos, para o desenvolvimento pessoal e profissional, com foco em rentabilidade sustentável

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