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COTIDIANO

Planalto manda Caixa Econômica suspender cobrança de Pix para pessoa jurídica

Orientação é para que decisão sobre tarifa fique suspensa até o retorno de Lula da viagem à Europa

20/06/2023 20h34 | Atualizada em 20/06/2023 20h43 | Por: Redação Folha Regional

Por ordem do Palácio do Planalto, a Caixa Econômica suspenderá a cobrança de tarifa sobre movimentações via PIX feitas por clientes que tenham conta de pessoa jurídica. Ou seja, quem é cadastrado no banco pelo CNPJ não será mais cobrado ao fazer transferências e compras pelo PIX.

A tarifa iria começar a valer a partir de 19 de julho. Mas o anúncio feito pelo banco, nesta segunda-feira, dia 20, causou incômodo no presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros, segundo fontes do Planalto.

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Pix: Caixa começa a cobrar tarifa de pessoa jurídica a partir de 19 de julho; veja taxas

A suspensão veio depois de pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conforme divulgou o ministro da Casa Civil, Rui Costa. Segundo o ministro, a decisão será discutida na próxima semana, após o retorno de Lula da viagem oicial à Europa.

“Foi pedido que suspendesse temporariamente [a decisão da Caixa] até o presidente estar de volta semana que vem”, afirmou Costa em rápida entrevista a jornalistas. “Então vamos aguardar o retorno do presidente para avaliar essa medida. O presidente que pediu.”

Em nota, o banco diz que a suspensão "visa ampliar o prazo para que os clientes possam se adequar e receber amplo esclarecimento do banco sobre o assunto, dada a proliferação de conteúdos inverídicos que geraram especulação".

Cobrança

Costa disse ter conversado com a presidenta da Caixa, Rita Serrano. Segundo o ministro, ela se surpreendeu com a repercussão da medida porque os demais bancos tarifam as operações Pix de pessoas jurídicas, com autorização do Banco Central (BC).

“A informação que ela [Rita Serrano] me passou foi a de que todos os bancos já cobram essa taxa de empresas de pessoa jurídica. O único banco que não cobrava era a Caixa por questão técnica, de tecnologia”, explicou. “Ela não esperava que tivesse esse alcance, essa repercussão, a definição da Caixa em acompanhar os outros bancos.”

O banco também ressaltou que a cobrança de Pix de empresas é autorizada desde a criação da ferramenta, em novembro de 2020, e que oferecerá uma das menores tarifas do mercado.

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