3ª edição do Conversando sobre adoção ocorrerá no próximo dia 27 na UniSul
O evento será realizado no Salão Nobre e terá início às 19h30
O Dia Nacional da Adoção é celebrado em 25 de maio. A data foi implantada no Brasil por uma lei decretada em 2002. A adoção é o ato de acolher uma criança ou adolescente em sua família, transformando-o em seu filho. A ação cumpre propósitos de garantir o direito ao afeto de uma família a todas as crianças e jovens.
Na próxima sexta-feira, dia 27, o Grupo Filhos para Sempre, com o apoio da Comissão da Mulher Advogada e do Poder Judiciário de Santa Catarina, comarca de Tubarão, e com a participação do curso de Direito da UniSul de Tubarão, promoverá a 3ª edição do Conversando sobre adoção. O evento será realizado no Salão Nobre da UniSul, em Tubarão, e terá início às 19h30. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio do link htpps://forms.gle/eq6C2a3LMv9uHQs38.
Participam como palestrantes a advogada e professora especialista em direito de família Patrícia Fileti, que abordará o tema tema Aspectos jurídicos da adoção e a psicóloga forense da comarca de Tubarão, Leda Maria Pibernat P. da Silva, que ministrará sobre a Importância da preparação da família para a adoção. O objetivo do evento é esclarecer as principais dúvidas sobre o processo de adoção, especificando os caminhos que precedem o encaminhamento de uma criança ou adolescente para a construção de uma nova família.
Como adotar?
O processo de adoção requer dos interessados uma série de evidências como garantias de que quem adota terá condição, seja econômica, seja psicológica, de abrigar um filho adotivo. Primeiramente, quem decide adotar deve ter, no mínimo, 18 anos de idade. Uma pessoa solteira pode adotar, mas deve ser, pelo menos, 16 anos mais velha que a pessoa adotada.
Aqueles que desejam adotar devem procurar o órgão de sua região responsável por organizar as adoções e lá apresentar documentos, como Certidão de Casamento ou de União Estável, documentos pessoais, comprovantes de renda e de residência, atestados de sanidade física e mental, certidão de antecedentes criminais etc.
O processo estende-se por diversas etapas e passa pela análise da documentação apresentada, entrevista do casal ou da pessoa solteira com autoridades responsáveis, realização de um programa para capacitação psicológica do adotante e da sua família, e autorização do juiz aprovando a inclusão da família na fila de espera. Após todo esse processo, os adotantes são incluídos no sistema de adoção e aguardam o momento em que uma criança ou adolescente estiver disponível.
