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Capivari de Baixo emite nota de esclarecimento após prisão de prefeito

Vice-prefeita Márcia Roberg Cargnin assume o cargo de prefeita em exercício a partir desta sexta-feira

Por Redação

Após prisão preventiva do prefeito de Capivari de Baixo, Vicente Correa Costa, nesta quinta-feira, dia 2, na segunda fase da operação Mensageiro, que apura fraude em licitação, a prefeitura emitiu uma nota de esclarecimento na manhã desta sexta-feira, dia 3.

Segundo a nota, a vice-prefeita Márcia Roberg Cargnin assume como prefeita em exercício a partir de hoje. A prefeitura informa que as atividades seguem normalmente.

Confira a nota na íntegra:

“Na manhã da última quarta-feira(02/02), o Ministério Público deflagrou a segunda etapa da operação “Mensageiros”, tendo como fito as Prefeituras de Capivari de Baixo e de Lages.
O prefeito de Capivari de Baixo, Vicente Correa Costa, e o prefeito de Lages, Antônio Ceron, foram detidos preventivamente para os devidos esclarecimentos.
Por ora, as ações da prefeitura estão sob o comando da, agora prefeita em exercício, Márcia Roberg Cargnin.
O governo municipal, reitera todo respeito ao Poder Judiciário, Ministério Público e demais órgãos investigatórios.
Por fim, a prefeitura informa que as atividades seguem normalmente. Acompanhe nossos canais oficiais para mais informações. Não acredite em fake news nem as propague.
Seguimos à disposição.”

O prefeito Vicente Costa foi conduzido ontem à tarde para Florianópolis para audiência de custódia. Além dele, o prefeito de Lages, Antônio Ceron, também foi preso pela operação que iniciou no ano passado e apura fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo no Estado.

A segunda fase da Operação Mensageiro ocorreu nesta quinta e cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão. A investigação ocorre em sigilo.

A operação é coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e Grupo Especial Anticorrupção (Geac). O objetivo é apurar a suspeita de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro na coleta e destinação de lixo em várias cidades de Santa Catarina.

Segundo o MP, os pedidos foram expedidos após análise dos depoimentos das testemunhas, investigados e provas que foram coletadas na primeira fase da operação que ocorreu em 6 de dezembro do ano passado.

As novas ordens judiciais foram expedidas pelo TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina) após a análise dos depoimentos das testemunhas, dos investigados e das provas coletadas na primeira fase da operação, que ocorreu em 6 de dezembro.

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