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Chuvas causam deslizamentos com chance de queda de árvores em rede elétrica de Pedras Grandes

A Defesa Civil e secretaria de infraestrutura do município estiveram no local para restabelecer o tráfego na via

Por Redação Folha Regional Pedras Grandes

As fortes chuvas que atingiram a região da Amurel nas últimas horas provocaram transtornos no município de Pedras Grandes. De acordo com o coordenador regional da Defesa Civil de Tubarão, Anderson Martins, ocorreram deslizamentos na área rural, na localidade de Riacho nesta quarta-feira, dia 12, provocando a interdição parcial da via. 

“COMPDEC e a Secretária de Infraestrutura estão no local para o restabelecimento da via”, afirma.  Conforme o coordenador, além do deslizamento, há possibilidade de queda de árvores na rede elétrica devido a movimentação do solo. A empresa responsável pela rede já foi acionada para dar o auxílio.
Nos demais municípios da região ocorreram apenas alagamentos pontuais em algumas vias, sem grandes prejuízos à população. 

Depois das chuvas, ciclone pode trazer ventos de até 140km/h

Enquanto as previsões indicam vento forte entre a noite desta quarta-feira, dia 12, e madrugada de quinta, dia 13, o avanço de uma massa de ar frio deve derrubar as temperaturas após a ventania em Santa Catarina.

A preocupação maior para ocorrências geradas pelo ciclone extratropical é para a Serra, Sul e Grande Florianópolis. A chuva ainda cai nesta quinta-feira, mas perde força em relação aos dias anteriores. Com o afastamento do ciclone para alto mar a tendência de melhoria nas condições de tempo.

De acordo com o técnico em meteorologia Ronaldo Coutinho, as tempestades e ventos fortes iniciam logo no começo da noite de quarta e avançam no decorrer da madrugada quinta. A preocupação maior dele é para a parte alta da Grande Florianópolis, no município de Rancho Queimado, e para a Serra.
“Por volta das 21h, 22h já tem rajadas de 100 km/h. Na região de Rancho Queimado, São Bonifácio e Anitápolis, rajadas de 70 a 100 km/h. Na Ilha, rajadas de 50 a 80 km/h. Quando chegar no período crítico, que é o período da manhã, nós podemos ter rajadas de 140 km/h na borda da Serra”, disse Coutinho.

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