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Exposições, música e dança celebram Dia da Consciência Negra em Capivari de Baixo

O evento “Respeito não tem cor, tem…consciência”, ocorreu no Centro de Convivência da Terceira Idade

Por Redação Folha Regional Capivari de Baixo

Em celebração ao Dia da Consciência Negra, lembrado nesta quarta-feira, dia 20, a prefeitura de Capivari de Baixo, por meio da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Turismo, realizou o evento “Respeito não tem cor, tem…consciência”, no Centro de Convivência da Terceira Idade.

A prefeita Márcia Roberg Cargnin, a secretária de Educação, Marinélia Bonelli Fernandes e os padres Ângelo Bússulo, José Eduardo Bittencourt e Paulo de Angola e representantes da Pastoral Afro participaram do evento.

A ação idealizada pelo departamento de Cultura visava a riqueza da cultura afro-brasileira por meio de uma série de iniciativas como: a exposição fotográfica “Pérolas negras”, as apresentações do Ceaca, da cantora Yasmin, Marcelo Alvino e Coral Som Bonito, além de conhecer o trabalho de trancistas e se aprofundar no histórico da Pastoral Afro-Brasileira.

A prefeita Márcia Roberg Cargnin, destacou a importância da data e afirmou que o dia serve também para reflexão. “Este é um momento importante para consolidar a data como um marco de conscientização, luta e respeito. Será uma política pública contínua, que vai além de celebração. Esta é uma data para todos refletirmos muito”, assegura.

A secretária relatou os trabalhos desenvolvidos nas áreas da educação em relação à cultura afro-brasileira. “Trabalhamos com muito empenho as questões étnico-racial na escola. Por meio de diálogos, leituras, filmes, enfim, transmitimos aos alunos a compreensão e respeito a todos”, observa Marinélia.

Esta é a primeira vez que o Dia da Consciência Negra é feriado nacional. No município uma série de eventos se estendem até o fim do mês. Em todo Brasil ocorrem cortejos, shows, peças, filmes e exposições exaltando a cultura negra.

O dia 20 deste mês, data a que se atribui a morte de Zumbi, foi reconhecido como feriado nacional desde o ano passado. A data já era dedicada em homenagem à figura histórica e como referência para a reflexão sobre a importância dos povos negros na formação do país e o peso que a escravidão impôs a grandes parcelas de nossa população.

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