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Família de Gravatal busca ajuda para tratamento de bebê de 1 ano com doença rara

O pequeno Gabriel Vieira de Almeida foi diagnosticado com síndrome de Lowe, uma doença genética rara e ainda sem cura

Por Redação Folha Regional Gravatal

Uma família da localidade de Indaial, em Gravatal, faz campanhas para custear as despesas do tratamento do filho, Gabriel Vieira de Almeida, de 1 ano e 1 mês, diagnosticado aos 6 meses com síndrome de Lowe, uma doença genética rara e ainda sem cura.

Nos primeiros dias de vida do menino, os pais Kelly da Silva Vieira de Almeida e Alexandre Carlos de Almeida perceberam que ele parecia não se desenvolver como outras crianças: seu corpo era 'molinho' e o bebê ainda não conseguia sustentar a cabeça.

Desde então, lutam com o desconhecido e enfrentam outras dificuldades. "Assim que o Gabriel nasceu senti algo diferente. Ele era muito molinho. Fizeram alguns exames, mas tudo estava dentro da normalidade. Fomos ao pediatra e nada foi constatado. Com 45 dias, o meu filho foi diagnosticado com uma bronquiolite e iniciamos o tratamento, no entanto, ele não apresentava nenhuma melhora", explica.

Com a falta de evolução no tratamento, Kelly e Alexandre levaram o bebê para o Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), em Tubarão. "O médico pediatra orientou que fizéssemos alguns exames para obter o diagnóstico de uma possível síndrome e o Gabriel ficou internado por dez dias. Depois foi transferido para o Hospital Joana de Gusmão, em Florianópolis. Lá ele permaneceu por dois meses na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e enfermaria", detalha.

Já com a alta hospitalar, o menino retornou para Gravatal e foi disponibilizado pelo Estado um respirador e oxigênio para o seu uso. Porém, para o desenvolvimento do menino é necessário inúmeros tratamentos como terapia ocupacional, fonoaudiologia, pediatra, nutricionista, neurologista, oftalmologista, nefrologista e fisioterapia respiratória e motora.

Com as altas despesas com médicos, consultas e gastos com locomoção, a família resolveu criar uma campanha. O pai do menino trabalha como zelador e a mãe se dedica em tempo integral ao filho, e a renda da família não é suficiente para manter os tratamentos.

Kelly e Alexandre usam as redes sociais (@gabrielvieira.al) para contar um pouco da luta de Gabriel e disponibilizar o PIX para aqueles que desejam colaborar: 08522503982 em nome de Kelly da Silva Vieira. Além dos pais, pessoas que ficam sabendo da história do menino também ajudam a arrecadar dinheiro, fazem doações e promovem ações solidárias, como uma competição de sinuca.

O laudo do garoto confirma o Lowe, uma doença genética, sem cura e ligada ao cromossomo X, também chamada de Síndrome Óculo-Cerebral. Os pacientes dessa síndrome são afetados nos olhos, sistema nervoso central e rins. Algumas das características são: baixo peso e estatura e redução da imunidade.

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