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Pesca da tainha é proibida menos de um mês após o início da safra

Modalidade emalhe anilhado da pesca artesanal tinha cota de 586 toneladas

Por Redação Folha Regional

O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) anunciou que está encerrada a pesca artesanal da modalidade emalhe anilhado da tainha (espécie mugil liza) devido ao alcance de 90% da cota coletiva de 586 toneladas estabelecida para essa modalidade na safra 2024. 

A pesca da tainha acontece principalmente no litoral dos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.

O fechamento da modalidade ocorreu apenas 19 dias após o início. Segundo a nota do governo, as embarcações autorizadas que estiverem em atividade de pesca no mar poderão realizar o último desembarque de tainha em até 24 horas após a publicação do encerramento no Diário Oficial da União.

Na pesca anilhada, os pescadores artesanais adaptam as redes como se fossem um cesto fechado, o que não permite a fuga do cardume. Já a pesca industrial ou cerco/traineira está autorizada para oito embarcações, com cota de 480 toneladas, de 1º de junho até 31 de julho ou até que seja atingido o volume estabelecido.

Outras modalidades como a pesca de arrasto de praia não têm cotas. A pesca artesanal sem anilhas em barcos menores (AB ou arqueação bruta até 10) está aberta de 15 de maio a 15 de outubro. Já para os grandes barcos, abriu em 15 de maio e segue até 31 de julho.

Segundo o painel de monitoramento da pesca de tainha, a modalidade de emalhe anilhado, conhecida como pesca artesanal, foi responsável pela captura de 645 toneladas do pescado até a tarde desta terça-feira. Produtores diretos respondem por outras 650 toneladas

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