Quase 270 catarinenses morreram por doenças respiratórias em 2026
A vacinação segue como a principal forma de prevenir casos graves de influenza. Apesar da ampla oferta, a cobertura é baixa
Os vírus respiratórios têm provocado aumento nas internações, especialmente entre crianças pequenas, idosos e pessoas com comorbidades. Em 2026, já foram registradas mais de 5,7 mil hospitalizações e 269 óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em Santa Catarina.
As temperaturas mais baixas favorecem a permanência em ambientes fechados e pouco ventilados, aumentando o risco de transmissão de vírus como influenza, vírus sincicial respiratório (VSR), rinovírus e outros agentes causadores de infecções respiratórias.
“Estamos em um período de maior circulação de vírus respiratórios e de aumento da demanda pelos serviços de saúde. A vacinação contra a influenza continua sendo a medida mais eficaz para prevenir hospitalizações e óbitos. Reforçamos também a importância da adoção das medidas de prevenção, especialmente para proteger crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas”, destaca João Augusto Fuck, diretor da Diretoria de Vigilância Epidemiológica.
A vacinação segue como a principal forma de prevenir casos graves de influenza. Apesar da ampla oferta, a cobertura vacinal dos grupos prioritários em Santa Catarina é de apenas 45,61%, abaixo da meta de 90% estabelecida pelo Ministério da Saúde.
Combinado à vacinação, é importante adotar cuidados simples para reduzir a transmissão, como higienizar as mãos, manter ambientes ventilados, evitar contato próximo com pessoas sintomáticas e usar máscara ao apresentar sintomas gripais.
