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SEGURANÇA

PCC é alvo de mais de 300 mandados em megaoperação em seis estados, incluindo SC

Os investigados estariam envolvidos na prática de múltiplos delitos, incluindo organização criminosa, tráfico de entorpecentes, associação para o tráfico, homicídios e porte ilegal de armas de fogo

Por Redação l Folha Regional

Uma grande operação destinada a a investigação que apura a atuação de facção criminosa em seis estados brasileiros foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (1º) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). A Operação Coluna Sul, a maior da força-tarefa, tem como foco Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.  

São cumpridas 320 ordens judiciais expedidas pela Vara Estadual de Organizações Criminosas de Santa Catarina, sendo 151 mandados de prisão temporária e 169 mandados de busca e apreensão, contra suspeitos de integrarem a organização criminosa.  

Conforme apurado, os investigados estariam envolvidos na prática de múltiplos delitos, incluindo organização criminosa, tráfico de entorpecentes, associação para o tráfico, homicídios e porte ilegal de armas de fogo. 

Agentes do Gaeco do Paraná foram alvos de disparos durante a intervenção realizada. Os suspeitos abriram fogo contra os policiais ao perceber a presença da equipe, dando início a um confronto armado. 

Os policiais do Gaeco reagiram para conter a ação dos criminosos. A troca de tiros mobilizou diversas equipes de apoio e reforçou a gravidade da resistência e alta periculosidade apresentada pelos suspeitos. Um deles morreu no confronto após efetuar disparos contra os policiais fazendo uso de pistola com seletor de rajada.

Os materiais apreendidos durante as diligências serão encaminhados à Polícia Científica de Santa Catarina, que realizará os exames periciais necessários, assegurando a preservação da cadeia de custódia e a integridade das evidências para fins de prova. Após confecção de laudos periciais, as evidências serão analisadas pelo Gaeco. A investigação tramita em sigilo.

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